dezembro 2008 - Dicas da Net

Tudo sobre o Mundo da Tecnologia e dicas da internet.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Tecnologia FireWire

14:47
Tecnologia FireWire
Tecnologia FireWire
Introdução

O padrão USB é o mais utilizado para a conexão de dispositivos variados ao computador, mas a indústria também vem dando grande destaque à tecnologia FireWire (ou IEEE 1394 ou, ainda, i.LINK). Mas, o que é FireWire? O que essa tecnologia tem como diferencial? Quem está por trás de seu desenvolvimento? Como funciona o FireWire? Quais as suas vantagens em relação ao seu principal concorrente, o padrão USB? É isso e mais um pouco que você verá neste artigo.
O que é FireWire?




FireWire é uma tecnologia que permite a conexão e a comunicação em alta velocidade de vários dispositivos entre si, especialmente entre um computador e um ou mais aparelhos compatíveis. Por trás de seu desenvolvimento está ninguém menos que a Apple (embora outras entidades e empresas tenham participado de sua criação), que trabalhou nessa tecnologia durante os anos de 1990. Em 1995, a tecnologia recebeu a padronização IEEE 1394, razão pela qual alguns fabricantes utilizam essa denominação ao invés de FireWire, já que este último nome é, na verdade, registrado pela Apple. Nesse contexto, é importante frisar que a Sony, umas da primeiras empresas (além da própria Apple) a utilizar essa tecnologia, a denomina i.LINK.


O FireWire foi criado tendo como meta atingir vários objetivos, como: permitir uma conexão rápida e fácil de vários dispositivos, permitir uma taxa de transmissão de dados alta e estável, ter custo viável de fabricação, funcionar como "plug-and-play" (isto é, o aparelho deve funcionar assim que plugado) e permitir que a transmissão de dados e a alimentação elétrica sejam feitas pelo mesmo cabo.


Sabe-se que os computadores da Apple são muito utilizados em aplicações que envolvem vídeo e áudio. Trabalhos desse tipo geralmente fazem uso de vários gigabytes. É por causa disso que o padrão FireWire "serviu como uma luva" aos usuários da Apple, pois se, por exemplo, um cinegrafista necessita passar para seu iMac um filme realizado em sua filmadora digital, poderá fazer isso rapidamente utilizando uma conexão FireWire. A indústria logo percebeu essa vantagem, e é por isso que hoje é possível encontrar computadores e outros dispositivos de várias marcas com essa tecnologia. No início, apenas poucas companhias faziam parte desse rol, entre elas: JVC, Matsushita (Panasonic), Canon, Kodak e a já mencionada Sony.

A imagem a seguir mostra um computador Apple Mac Pro G5 com entradas FireWire 400 e FireWire 800:





Características do FireWire

A tecnologia FireWire conta com mais de uma versão, mas a primeira, também conhecida como "FireWire 400" ou "IEEE 1394a", já impressionava por seus recursos:
- Velocidade de transmissão de dados de 400 Mbps (aproximadamente 50 MB por segundo);- Velocidade flexível: possibilidade de funcionar em três velocidades: 100 Mbps (S100), 200 Mbps (S200) e 400 Mbps (S400);- Capacidade de trabalhar com até 63 dispositivos ao mesmo tempo;- Reconhecimento imediato do dispositivo pelo sistema operacional após a sua conexão (plug-and-play);- "Hot pluggable", isto é, um dispositivo pode ser conectado ou desconectado a qualquer momento, sem ser necessário desligá-lo;- As conexões podem contar com até 45 Watt de potência;- funcionamento integral com cabos de conexão de até 4,5 metros.


Só para efeitos comparativos, a tecnologia USB 1.1 trabalha com uma taxa de transmissão de dados de 12 Mbps (equivalente a 1,5 MB por segundo). Por causa disso, o USB recebeu um "upgrade" que o tornou um pouco superior ao FireWire 400: o USB 2.0, cuja taxa de transmissão é de 480 Mbps. Mas não demorou muito para que o padrão FireWire também recebesse uma nova versão: em 2002, o mercado conheceu o "FireWire 800" (ou "IEEE 1394b"), cujas principais características são:


- Velocidade de transmissão de dados de 800 Mbps (o dobro do padrão anterior);- Compatibilidade com cabos de conexão de até 100 metros;- Compatibilidade com dispositivos que usam o barramento FireWire 400 (na prática, essa característica pode depender do equipamento).


Vale frisar que, além do FireWire contar com as versões IEEE 1394a e IEEE 1394b, há também uma versão lançada antes destas: a versão original (IEEE 1394-1995) que, após algumas mudanças em suas especificações, se transformou no que conhecemos hoje como IEEE 1394a. Note que você poderá encontrar com muita freqüência esse nome nos dispositivos compatíveis com a tecnologia, já que a Apple detém direitos sobre a denominação FireWire, como já informado antes.




Funcionamento do FireWire


Em sua essência, a tecnologia FireWire é um barramento de transmissão de dados do tipo serial. Quando um dispositivo é conectado a outro usando essa tecnologia (por exemplo, quando um HD externo é conectado à entrada FireWire de um computador) ou quando é necessário a ligação de dois barramentos, a conexão é estabelecida por um circuito normalmente chamado de "ponte" (brigde). Quando isso ocorre, a transmissão de dados pode ser feita de modo bidirecional, isto é, ambos os dispositivos podem receber e enviar informações pela mesma conexão. No caso do FireWire 400, a transmissão de dados é feita através de um esquema de codificação chamado Data/Strobe (D/S), enquanto que o FireWire 800 incorpora a codificação de nome 8B10B. Este último esquema consegue fazer com que haja menos distorção no sinal da transmissão, conseqüentemente, fazendo com que haja menos perda de dados. Essa é uma das características que ajudam o FireWire 800 a ter praticamente o dobro de velocidade do padrão anterior.


A transmissão de dados através da tecnologia FireWire também conta com um recurso interessante: um modo de funcionamento "isócrono". Na prática, isso significa que é possível transmitir dados de um dispositivo para outro em tempo real, sem influência de qualquer mecanismo que retarde significantemente a transmissão. Essa funcionalidade é especialmente atraente para uso em câmeras de vídeo digitais ou HDs externos, por exemplo, uma vez que usuários desses dispositivos podem trabalhar com grande volume de dados sem perder muito tempo.


Nas conexões FireWire não é obrigatório ter um dispositivo "concentrador" para que todos os aparelhos envolvidos se "enxerguem". O próprio barramento faz com que cada um se enxergue mutuamente, mesmo quando há mais de dois em uma mesma conexão. Esta, aliás, possui um esquema de "árvore", ou seja, os dispositivos são conectados um ao outro por hierarquias. Para que isso ocorra, é necessário que um dos dispositivos tenha um código de identificação (ID) que o indique como sendo o principal, o "nó raiz". A partir daí, os dispositivos restantes vão recebendo IDs inferiores. Via de regra, quanto mais longe estiver o dispositivo do nó raiz, mais baixo é seu ID.

Pode-se dizer que esse ID é, basicamente, dividido em duas partes: ID físico e ID do barramento. O ID físico, geralmente composto de 6 bits, distingue um nó da conexão (isto é, um dispositivo) dentro de um barramento. O segundo ID, por sua vez, distingue o barramento, e é composto por 10 bits.

Conectores e cabos FireWire

O cabo que permite a conexão de dispositivos em uma interface FireWire 400 é composto por até 6 vias (ou seja, 6 pequenos fios internos). Dessas, duas vias são utilizadas para a alimentação elétrica, enquanto que as demais - separadas em pares - tratam especificamente da transmissão e sincronismo dos dados. Note que alguns cabos podem conter 4 vias ao invés de 6. Neste caso, os fios de transmissão de energia não existem.
No caso do FireWire 800, o cabo pode conter até 9 vias. Das três vias adicionais, duas servem para reforçar a proteção do cabo, de forma que este não receba ou emita interferências. A terceira via adicional não tinha nenhum função específica até o momento em que este artigo era disponibilizado no InfoWester.


As imagens abaixo mostram os conectores e as entradas FireWire que são padrão de mercado. Note que é possível encontrar cabos com conectores de 9 vias em uma ponta e 4 ou 6 vias na outra. Assim, dispositivos FireWire 400 podem ser usados em aparelhos com FireWire 800, quando há compatibilidade.


Finalizando

O padrão FireWire é uma tecnologia estável, eficiente e que oferece vantagens que o tornam indiscutivelmente superior ao barramento USB. Mas porque este último ainda é mais popular? Os motivos são complexos e variados, mas podem ser resumidos ao seguinte: a implementação do FireWire é um pouco mais custosa que a do padrão USB, não apenas pela parte técnica, mas também pelas questões envolvendo patentes e "royalties". Houve várias discussões para se definir o quanto a indústria teria que pagar às empresas envolvidas diretamente com o desenvolvimento da tecnologia (especialmente à Apple), o que fez com que muitas companhias preferissem dar apoio ao padrão USB 2.0. Mas isso está mudando. Embora seja pouco provável que o padrão FireWire supere a tecnologia USB, seu uso vem aumentando consideravelmente.
Em um futuro próximo, poderemos contar com ainda mais novidades sobre a tecnologia FireWire: apesar de ainda não haver muita informação disponível, tudo indica que a indústria já está trabalhando em uma nova versão desse barramento.
Para saber mais sobre o assunto, consulte as páginas que serviram de referência para este artigo:



Leia Mais

DICA PARA COMPRA DE CÂMERA DIGITAL

14:22
DICA PARA COMPRA DE CÂMERA DIGITAL
Dicas

Dicas para a compra de câmeras digitais Introdução:

As câmeras digitais representam uma grande evolução na prática de tirar fotos. Entre suas vantagens, estão imagens com melhor qualidade, aplicação de efeitos, uso de recursos até então disponíveis apenas em câmeras profissionais e possibilidade de fazer uma grande quantidade de fotografias.

Com tantas opções no mercado, muitas vezes é difícil encontrar a câmera digital ideal. É para ajudar nessa escolha que o InfoWester mostra, a seguir, dez dicas para serem usadas na compra de câmeras digitais.






1 - Megapixels

Em poucas palavras, o megapixel indica o tamanho da foto que uma câmera digital é capaz de criar. Quanto maior a quantidade de megapixels, maior é a resolução da fotografia criada. Assim, é recomendável ter uma câmera com, pelo menos, 3.0 megapixels. Dessa forma, é possível ter fotos com nitidez excelente em impressões e pôsteres, por exemplo. Câmeras com mais de 6 megapixels são indicadas para quem precisa de recursos mais, por assim dizer, "profissionais".


2 - Zoom óptico ou digital?

O zoom é o recurso que permite tirar fotos mais próximas de elementos que estão localizados em uma área mais distante. Por exemplo, suponha que você encontrou um pássaro raro em um árvore e queira fazer uma foto bastante detalhada, mas só da ave. Neste caso, basta utilizar o zoom, que permite tirar essa fotografia sem que, para tanto, você tenha que se aproximar do animal.

Existem dois tipos de zoom: o óptico e o digital. Prefira o primeiro, pois o zoom óptico faz a aproximação da imagem através de lentes. O zoom digital, por sua vez, "amplia" a parte da imagem original escolhida, fazendo com que a qualidade da imagem seja perdida.
A capacidade do zoom é medida da seguinte forma: se uma câmera indica zoom (seja óptico ou digital) de 3x, significa que a imagem pode ser aproximada em até três vezes o tamanho original.


3 - Flash

O flash é importantíssimo nas câmeras para que as imagens geradas em ambiente com deficiência de luz tenham boa qualidade. Na verdade, em alguns casos, é recomendável usar o flash até mesmo em ambientes que estão com iluminação satisfatória.
Prefira os modelos que permitem fazer pré-ajustes no flash. Por exemplo, há câmeras que otimizam a intensidade do flash para evitar o efeito de "olhos vermelhos" nas imagens. Outras permitem que a luz emitida "dure" mais, característica útil em fotos seqüenciais.
Para uso noturno, é interessante ter um modelo que permita a conexão de um flash externo.




4 - Armazenamento

A grande maioria das câmeras fotográficas digitais faz uso de memória Flash para armazenar as imagens. Para isso, existem vários formatos de cartões de memória, como mostra este artigo.
É importante ficar atento: a compatibilidade de cartões varia conforme o fabricante e o modelo da câmera. Por exemplo, a Sony usa o tipo MemoryStick em seus aparelhos.
Embora os cartões de memória estejam ficando mais baratos com o passar do tempo, prefira câmeras que também possuam memória interna, mesmo que de pouca capacidade. Isso evita que a câmera fique inutilizável no caso da perda do cartão.


5 - Vídeo e som valem a pena?

A maioria das câmeras digitais permite a criação de vídeos curtos, embora de qualidade inferior ao de uma filmadora. Esse recurso é muito interessante para quando você está presenciando um acontecimento que ficaria melhor registrado se filmado. O site YouTube é um exemplo claro disso.
Por isso, prefira câmeras que possuam o recurso de gravação de vídeo, mas tome cuidado com um detalhe: não é raro encontrar modelos que fazem filmes, porém sem áudio. Prefira as câmeras que permitem áudio no filme, pois isso, em alguns casos, indica também que o aparelho pode ser usado como gravador de voz.

6 - Bateria

A maioria das câmeras digitais utiliza pilhas AA ou AAA como fonte de energia. Dê preferência aos modelos que usam o primeiro tipo (AA), pois estas pilhas armazenam mais energia e geralmente são usadas em pares (enquanto que as pilhas AAA costumam ser usadas em dois pares), ficando mais em conta. Para evitar gastos com isso, adquira um carregador e pilhas recarregáveis, mas tome os seguintes cuidados:
- Use pilhas originais e iguais, para evitar danos à sua câmera;- Não deixe as pilhas e sua câmera expostas ao calor, para evitar vazamento;- Ao deixar a câmera fora de uso por mais de uma semana, tire as pilhas e as armazene em um local seguro, protegido do calor;- Se uma pilha apresenta sinais de vazamento ou avaria, não a utilize em sua câmera.


7 - Exposição

As câmeras digitais são capazes de oferecer configurações automáticas, assim o usuário não encontra dificuldades em tirar fotos. No entanto, há casos em que é necessário gerar fotografias mais incrementadas, por exemplo, quando alguém posa em frente a uma avenida e quer que os carros apareçam com manchas que dão a sensação de movimento.




8 - LCD

Outra grande vantagem das câmeras digitais é a possibilidade de usar uma tela LCD para tirar e visualizar as fotos, portanto, é um item imprescindível.
Para o uso mais confortável, prefira os modelos que tenham tela LCD de, pelo menos, 1,8". Além disso, certifique-se de que a câmera tem a opção de desligar essa tela, recurso útil para quando a bateria estiver fraca.
É uma boa idéia testar esse recurso no ato da compra, quando possível, para ver se a nitidez é satisfatória e para checar se a visualização não é facilmente prejudicada em ambientes com iluminação mais baixa.


9 - Tempo entre os disparos

Se você estiver fotografando em um ambiente com muitas ações, pode perder uma foto interessante se tiver que esperar a câmera estar pronta para um novo disparo. Por isso, observe nos modelos de seu interesse, qual o intervalo que a câmera oferece entre uma foto e outra. Quanto menor esse tempo, melhor.
Uma dica interessante é verificar se a câmera possui um "timer", que permite que a foto seja tirada alguns segundos depois do botão de disparo ter sido acionado. Assim, você pode, por exemplo, deixar a câmera em uma mesa, acioná-la e correr para junto de seus amigos (daí a necessidade da câmera "esperar" alguns segundos). Com isso, a câmera tira a foto de todos juntos, sozinha.


10 - Cuidado com a marca (e com o modelo)

Com o passar do tempo, as câmeras digitais ficam mais baratas, mas ainda assim têm preço salgado para muitos bolsos. Isso leva muitas pessoas a comprarem câmeras mais baratas, porém de marcas desconhecidas.
Aqui não há segredo: prefira os modelos de marcas mais conceituadas, especialmente daquelas que trabalham com fotos há algum tempo. As câmeras de marca desconhecida podem até ter qualidade, mas isso não é comum.
Aliás, é bom ficar atento mesmo com marcas conhecidas. Uma boa idéia é fazer uma pesquisa e selecionar os modelos que mais lhe atraem para, em seguida, fazer uma busca na internet por cada máquina, afinal, muitos sites (como o Buscapé) e fóruns de discussão mostram as experiências que outras pessoas tiveram com tais modelos. É melhor, é claro, dar preferência às câmeras mais "bem faladas".


Finalizando


Depois de comprar sua câmera digital, talvez você queira uma maneira eficiente de organizar suas fotos. Uma boa idéia é fazer uso de sites como o Flickr. Além de armazenar suas fotos on-line, você pode exibí-las a amigos facilmente. Se fizer vídeos, sites como YouTube e Google Video são um ótimo meio de divulgação .
DICA RETIRADA: INFORWESTER
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COMO MONTAR UMA REDE DE PONTO A PONTO - Parte 2

11:57
COMO MONTAR UMA REDE DE PONTO A PONTO - Parte 2
(2ª PARTE DO TUTORIAL) CONTINUAÇÃO - A 1ª parte está AQUI

TUTORIAL MONTAR UMA REDE PONTO A PONTO ( PARTE 2 DE 2)
Clique no botão Avançado na parte de baixo dessa janela e na guia WINS marque a opção "Ativar NetBios sobre TCP/IP" e de OK




Pronto está tudo configurado agora vamos compatilhar a conexão. Clique com o botão direito do mouse em cima da sua Conexão e depois em propriedades.




Agora marque a opção "Permitir que outros usuários da rede se conectem pela conexão deste computador a internet" e selecione a placa de rede referente a conexão entre os dois PC.





Clique em Opções e marque todas os campos como na imagem abaixo, clique em OK e OK novamente



Agora vamos compatilhar os arquivos dos nossos PC para que um possa acessar o outro, clique com o botão direito do mouse sobre uma pasta ou HD e depois em "Compartilhamento e segurança"



Marque as opções abaixo "Compatilhar esta pasta na rede" e "Permitir que usuários da rede alterem meus arquivos" (caso deseje esta) especifique um nome como será mostrado na rede e de OK.





Pronto se tudo deu Certo seus aquivos deverão estar compartilhado em ambos os PC na opção "Meus locais de rede" que fica no Desktop da seguinte forma.




E no PC 2 em "Painel de controle> Conexões de rede" deverá aparecer o ícone da conexão que você utiliza no PC 1



A 1ª parte Do tutorial está AQUI!!!
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COMO MONTAR UMA REDE DE PONTO A PONTO

11:39
COMO MONTAR UMA REDE DE PONTO A PONTO
TUTORIAL MONTAR UMA REDE PONTO A PONTO ( PARTE 1 DE 2)
Nesse Tutorial ensinarei a montar uma rede ponto a ponto entre dois PC com Windows XP, totalmente manual e sem auxilio de nenhum software ou assistente. Para isso você irá precisar do seguinte: 1 Cabo de Rede CrossOver. 2 Computadores, sendo o computador 1 com duas placas de rede e o computador 2 com uma apenas. Primeiro Passo: Vamos especificar o nome do nosso computador numero 1 (o servidor, que é o computador que se conecta a internet) Clique com o botão direito do mouse em cima de Meu Computador e depois em Propriedades.




Depois vá até a guia "Nome do Computador" e especifique um nome e um grupo ao computador como na imagem abaixo.




para mudar o nome do computador e o Grupo clique em alterar e especifique nos campos próprios. Lembrando que o nome do grupo terá que ser igual em ambos os computadores. Depois repita o procedimento acima no Segundo Computador.



Agora vamos configurar os IPs das maquinas, no Computador 1 (o Servidor), entre em Painel de controle > Conexões de rede, clique com o botão direito do mouse no icone da placa que representa a placa que está ligando os computadores e depois em propriedades.




Cique sobre Protocolo TCP/IP e depois em Propriedades






Marque a Opção "Usar o Seguinte endereço de IP" e especifique os valores da imagem abaixo.






(OBS. MUITO IMPORTANTE) O Valor Servidor DNS preferencial e Servidor DNS alternativo irá varia dependendo de sua conexão para saber qual o seu faça o seguinte Abra o prompt de comando e digite ipconfig/all e de OK


CLICK AQUI PARA CONTINUAR COM O TUTORIAL (PARTE 2 DE 2):
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TIPOS DE MEMÓRIA, CONHECENDO MAIS....

11:25
TIPOS DE MEMÓRIA, CONHECENDO MAIS....
TIPOS DE MEMÓRIAS QUE VOCÊ PODE ENCONTAR...

Existem diferentes tipos de memória disponível no mercado, cada uma atendendo diferentes requerimentos de sistema. A performance do sistema como um todo é determinada pela eficiência ou ineficiência de mover dados entre o dispositivo de armazenamento, memória e Central de Processamento (CPU). Tipicamente, aumento na performance do sistema pode ser conseguido através do aumento da velocidade do processador e do aumento do cache. O problema é que aumentando a performance desta forma, os requerimentos de dados para processamento também aumentam e daí a performance do sistema se torna um gargalo que prejudica o sistema como um todo.


Quando uma aplicação é chamada do disco rígido, o programa é armazenado e executado a partir da memória RAM. A velocidade com que o sistema armazena e executa a aplicação é determinada pela quantidade de memória utilizada. Quanto mais memória RAM, menos o processador tem que acessar funções no disco rígido. Acessos mais rápidos são conseguidos através do armazenamento de códigos ou dados na memória, que possui um tempo de acesso na ordem de nanosegundos, enquanto o disco rígido possui tempos de acesso na ordem de milisegundos. De fato, configurações de sistema com mais memória RAM terão uma performance melhor do que sistemas com processadores mais rápidos mas com pouca memória.


É importante ressaltar que o aumento de memória não significa um aumento proporcional na performance do seu sistema, ou seja, dobrando a quantidade de memória não significa que você irá conseguir o dobro da performance. Existem vários fatores e componentes envolvidos.
Vamos dar uma olhada em alguns destes tipos de memória, mais utilizados.
DRAMDRAM ou Memória de acesso randômico dinâmico (Dynamic Random Acess Memory), é usualmente referida como simplesmente RAM, e é usada primeiramente para a memória do sistema.


O sistema usa esta memória para temporariamente guardar programas, dados e processar informações que são movimentadas do e para o processador (CPU), placa de vídeo, disco rígido e/ou outros periféricos.


Existem basicamente 3 tipos principais de tecnologia DRAM: Synchronous DRAM (SDRAM), Extended Data Out (EDO) e Fast Page Mode (FPM). A RAM pode ainda ser fixada com paridade (Parity) ou sem paridade (Non-Parity), checagem de erro e correção (Error Checking and Correcting - ECC) ou ECC em SIMM (ECC On SIMM - EOS).


Para facilitar, segue-se uma tabela com as possibilidades de tipos de memória:


Tipos de Memória:


FPM: Memória tipo Fast Page Mode é um tipo de memória DRAM que permite replicação de acesso a memória com um mínimo de espera pela próxima instrução. Geralmente utilizada por servidores.


EDO: Extended Data Out (EDO) é a tecnologia de memória que provê aproximadamente 5 a 30% de aumento de performance no subsistema se memória versus a tecnologia FPM. Também conhecida como Hyper-page mode DRAM, a memória tipo EDO provê o aumento de performance através da saída de dados ao mesmo tempo que está procurando por novas informações. A memória tipo Fast Page, tem um tempo de espera entre estas duas operações. A memória EDO reduz o gargalo em transferência de dados entre processadores de alta velocidade que precisam de dados rapidamente. Um fator importante, é que o sistema tem que ser desenhado para se aproveitar do modo de operação da memória tipo EDO para conseguir estes benefícios.


SDRAM: SDRAM ou Synchronous DRAM (DRAM síncrona), é uma memória rápida, de banda-larga, desenhada para trabalhar melhor com sistemas que utilizam Chipsets e processadores de alta performance. Esta tecnologia sincroniza a si mesmo com o relógio de sistema (system clock) que controla a CPU, eliminando atrasos de tempo e aumentando a eficiência do processador. Oferecem bandas mais de 2 vezes a da memória EDO, daí a maioria dos sistemas estarem migrando para este tipo de memória. Já se tornou o padrão de tipo de memória RAM, nos dias atuais.
Paridade e Não-Paridade:O benefício de incorporar memória com paridade em um sistema, é a habilidade de detectar erros tipo ?single-bit? e enviar uma mensagem de erro antes de ocorrer uma paralisação do sistema. Com muitos sistemas utilizados em negócios e indústrias, dependendo da precisão dos dados a serem processados, a utilização de memória com paridade é uma consideração importante. Memória com paridade são um pouco mais caras do que sem paridade.


Detecção e Correção de Erro (Error Checking and Correcting - ECC):Memórias do tipo ECC vai um pouco mais além do que memórias com paridade, pois automaticamente checa e corrige erros tipo ?single-bit? (que correspondem a grande maioria de erros), sem travar o sistema. Memórias tipo ECC requerem maiores recursos do que a memória com paridade para armazenar dados e causam uma degradação de performance de aproximadamente 3% no subsistema de memória, porém o resultado em detecção e correção de erros conseguida, principalmente em sistemas críticos, é um benefício que vale a troca. Normalmente este tipo de memória é utilizada em Servidores, Estações de alto desempenho, controles industriais, e sistemas envolvidos na área de negócios críticos.


O EOS, é um tipo especial de memória ECC que realiza a checagem de erro e sua correção no próprio empacotamento SIMM da memória. A performance não é impactada, pois oferece a função de ECC para sistema sem o controlador de memória ECC.
Empacotamento:Os módulos de memória atualmente utilizados, usam os seguinte tipos de ?empacotamento?:


DIMMs (Dual In-line Memory Modules), que fornecem 64 bits de dados


SO-DIMMs (Small Outline Dual In-line Memory Modules), muito usados em notebooks
SIMMs (Single In-line Memory Modules), fornecendo 32 bits de dados
Dica retirada: clubedohardware
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Amplie suas fotos sem perder a qualidade.

11:13
Amplie suas fotos sem perder a qualidade.
Reshade é uma ferramenta on-line que permite ampliar uma imagem sem perder a qualidade, basta selecionar algumas características. Muito bom o resultado. Para utilizar a ferramenta é necessário se cadastrar no site.

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Como remover Virus? Worms? Trojans?

09:48
Como remover Virus? Worms? Trojans?
Eu não uso anti-virus em meu computador. Primeiro porque são ineficazes e apesar de ser um computador bem potente os anti-virus são muito pesados. Segundo porque gosto do meu pc bem leve, rápido mesmo.






Claro que não usando acabo pegando algumas das pragas descritas acima. Mas, mesmo quem tem os melhores anti-virus pagos também pegam.


Veja abaixo o que faço para ter um ótimo desempenho do meu pc.Eu uso três programas com frequência:

1 - Autoruns (um dos mais potentes programas para verificar e remover os programas que estão sendo inicializados junto com o sistema).

2 - Process Explorer (mostra tudo o que está rodando, com a possibilidade de fechar processos que não deixam você encerrá-los manualmente).


3 - Ccleaner (limpa as entradas do registro).Veja como é simples. Quando percebo que o computador está com baixo desempenho eu:

1 - Dou uma olhada nos programas que estão rodando com o Process Explorer, descubro qual o problema e finalizo o processo.


2 - Vou no Autoruns e removo a entrada do programa que está causando o problema


.3 - Faço uma limpeza no registro com o CcleanerPronto. Simples, fácil e rápido! Quando pego algum virus que não consigo remover com esse método eu baixo um anti-virus (AVG) e faço uma varredura. De teimoso que sou, pois quase sempre (90% das vezes) não adianta. Então, o jeito era reparar o windows com o CD de instalação. Sim, eu disse ERA porque da última vez que peguei um verme não estava conseguindo clicar com o botão direito do mouse em nenhum lugar, nem na área de trabalho.


Pesquisando nos fóruns descobri um programa fantástico.O ComboFix. Ele restaurou todas as configurações que estavam danificadas e resolveu meu problema. É um pouco demorado, (uns 5 minutos, apesar de avisar que pode demorar mais dependendo do tanto de infecções) mas vale a pena esperar, pois os resultados são ótimos, meu pc ficou mais rápido ainda.


O usuário JoseMelo dá as instruções de como usar o ComboFix, está um pouco abaixo da pergunta, é só descer a página que você encontra.De vez em quando eu gosto de dar umas navegadinhas por sites "inadequados", afinal ninguém é de ferro, e não dá outra: Virus na certa. Da próxima vez que você ou um amigo estiver com virus e não estiver conseguindo resolver o problema, tente esses passo. Tenho certeza que você vai resolver seu problema.Para os que acham que sou louco por não usar anti-virus, que atire uma pedra quem, mesmo usando, nunca teve problemas com eles.

Dica retirada: planetin
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DEIXE SUA CONEXÃO MAIS RÁPIDA

09:32
DEIXE SUA CONEXÃO MAIS RÁPIDA
Aprenda alguns truques e deixe sua conexão muito mais rápida. As dicas servem para conexão discada ou banda larga ADSL, Cable, Speedy, etc. Faça algo e melhore sua Internet antes que você perca a paciência hehehe.






Se a sua Internet anda lenta que nem uma tartaruga, você demora dias para baixar um arquivo pesado, não se desespere (ainda) tente antes estas dicas e acelere a sua conexão discada ou banda larga de modo significativo.
As medidas que eu vou lhe mostrar são eficazes, mas não espere que uma conexão discada se transforme em uma banda larga. Vai melhorar, mas não tanto.Uma das primeiras coisas que você deve fazer: verifique a qualidade dos fios da conexão. Digo isso por experiência própria.
Quando tinha conexão discada (ô tempinho sofrido :( ) vi esta dica em um site e resolvi experimentar.






Comprei fios novos e troquei tudo. Tomei todo o cuidado para não dobrar os fios, evitando quebrá-los por dentro, dando interferência na transmissão de dados. O resultado foi significativo.

Só conseguia baixar arquivos a 3 Kbps (ô tempinho sofrido :( ) depois da mudança a velocidade dos downloads passou para 5 Kbps. Tudo bem, você pode até achar que a mudança não foi tanta, mas quase dobrei a velocidade da conexão.

Isso faz uma diferença enorme para quem espera quase uma hora para baixar uma MP3.Com cabos novos, pegue um bom gerenciador de download. Se sua conexão é discada baixe o DAP, se você se conecta em banda larga, porém com baixa velocidade, use o Orbit Downloader que já resolve o seu problema.
Use esse programa e acelere a velocidade de exibição das páginas e melhore o desempenho do seu computador, turbinando-o.Para deixar tudo com um desempenho superior faça uma verificação e remova todos os vírus do seu computador para ter certeza que a sua linha está sendo usada somente por você. Assim você evita que uma parte da conexão seja usada por vírus, diminuindo assim o desempenho e fazendo você tomar atitudes mais radicais rsrs.
Para aprender a usar estes programas leia o artigo "Aprenda Como Aumentar a Velocidade da Conexão" que tem outras dicas interessantes sobre esse assunto.
dica retirada: planetin um blog muito legal!
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Aumente a Velocidade da Conexão

09:21
Aumente a Velocidade da Conexão
Aumente a velociade de exibição de páginas e de quebra ainda melhore o desempenho do computador.

O programa funciona em conexão discada (modem), Cabo e ADSL. Esse programa faz alterações no registro que melhoram e muito o desempenho do computador, e a velocidade com que as páginas são exibidas.

É fácil de instalar e desinstalar.Se você usa conexão discada baixe o Network Modem Speed e se você usa cabo ou adsl baixe o Network Cable e Adsl Speed.

Importante: quando você clica em instalar o programa é instalado mas não é executado. Então, você deve clicar no botão iniciar, depois em todos os programas e procurar pelo programa que você acabou de instalar.

Selecione o idioma, Vá na aba "configurações" marque as opções que você deseja, clique em aplicar e o programa pergunta se você quer reiniciar o pc para que as alterações tenham efeito. O programa é freeware, mas abre uma popup com propaganda e tenta se conectar à internet quando você inicia o computador.

Você decide se quer continuar com ele ou não. Eu estou indicando porque todas as vezes que formato o computador, instalo ele e depois desinstalo, ele não desfaz as configurações de aceleração. Se você quiser desfazer as configurações é só antes de desinstalar o programa desmarcar as opções que marcou e clicar em aplilcar. Experimente, não custa nada e você pode (como eu) se surpreender com a melhora no desempenho e na navegação.
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ACELERE SUA CONEXÃO DE INTERNET

09:09
ACELERE SUA CONEXÃO DE INTERNET
Como Aumentar a Velocidade de Download - Conexão Discada ou Banda Larga.



Faça downloads muito mais rápidos e sem queda de conexão. Tire o máximo de proveito de sua conexão discada ou banda larga a cabo e ADSL.Veja os melhores programas para aumentar a velocidade de seus downloads. Todos eles servem para acelerar a taxa de downloads em conexão discada ou incrementar a velocidade da banda larga a Cabo e ADSL.


Um dos mais interessantes recursos nestes gerenciadores de downloads é que eles podem continuar a baixar seus arquivos se a conexão for interrompida. Mesmo quem tem internet de banda larga está sujeito a estes tipos de quedas.

Eu já usei durante muito tempo e posso garantir que o melhor de todos programas é o DAP (Download Accelerator Plus), que acelera em 400% a velocidade de downloads. Entretanto ele é pago e tem alguns limites, mas vale cada centavo.


Se você quer um que não precisa gastar seu rico dinheirinho, a melhor opção (e a que eu estou usando atualmente) é o gerenciador de downloads Orbit Downloader (muito semelhante ao DAP).


O Orbit Downloader deixa seus downloads mais rápidos e também tem a opção de continuar de onde parou se a conexão cair.

Se você quiser usar um bom programa nacional a melhor opção é o Puxa Rápido. Faz a mesma coisa que o DAP e o Orbit Downloader.Existem também ótimos programas para otimizar downloads:

SpeedBit Video Accelerator. Acelera o carregamento dos vídeos do Youtube para você não assistir aos vídeos travando.

- Emule Acceleration Patch. Como o nome sugere serve para otimizar os downloads feitos pelo eMule.

- RapGet. Melhora a experiência para baixar arquivos do tipo Share. Ele baixa arquivos de 65 páginas share ao mesmo tempo. Adicione o link que você quer baixar e ele puxa pra você.

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Spyware blaster nova versão

08:27
Spyware blaster nova versão
SpyaweBlaster é uma proteção extra que ajuda e muito na prevenção de entradas de programas espiões os Spywares, a versão 4.0 está mais rápida e segura, com uma maior quantidade de itens protegidos.



Muitos Spywares são criados utilizando linguagens ou scrpit como javascript, o software garante a proteção contra os programas mal intensionados os Malwares.

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Orolix é o melhor provedor de Internet que te paga.

07:24
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Intel Core i7 chega ao Brasil

06:47
Intel Core i7 chega ao Brasil
A Intel anunciou, em São Paulo, o lançamento de sua nova família de processadores Core i7. Segundo a empresa, os novos chips são os “processadores mais avançados de todos os tempos“, e trazem ganho de desempenho de até 40% em determinados cenários de uso, sem aumento significativo no consumo de energia, quando comparados aos atuais processadores da família Core 2 Duo.


Com quatro núcleos em um único chip (Quad-Core), os processadores Core i7 contam com tecnologias como “Hyper-Threading” e “Turbo Boost“, que aumentam o desempenho da máquina, seja possibilitando a execução de mais tarefas simultâneamente, seja ajustando o desempenho e consumo de energia de cada núcleo individual automaticamente de acordo com as necessidades a cada momento.




Além disso, os processadores fazem uso de tecnologias como os transístores “power gate“, que tem menor consumo de energia, e o sistema de interconexão Intel Quickpath, que possibilita transferências de dados entre a memória e o processador com muito mais velocidade, eliminando gargalos de desempenho.




Em benchmarks de jogos com o 3DMark Vantage, em categorias como “Física no Processador” e “Inteligência Artificial”, os novos processadores Intel Core i7 tem desempenho 40% superior a um Core 2 Extreme de clock similar. Em benchmarks de cálculo como o SPECTint_base_rate2006 um Core i7 chegou à marca dos 117 pontos. Foi a primeira vez na história que um único processador ultrapassou a barreira dos 100 pontos neste teste.




A princípio chegam ao mercado três modelos: O mais “em conta” é o Intel Core i7 920, com clock de 2.66 GHz, com preço sugerido de US$ 248 dólares a unidade. O modelo intermediário é o Intel Core i7 940, com clock de 2.93 GHz por US$ 562 e o top de linha é o Intel Core i7 965 Extreme Edition, voltado a gamers e entusiastas, com clock de 3.20 GHz (sem limitação contra overclock) e preço sugerido de US$ 999.




Todos os modelos tem 8 MB de cache L3, suporte a memória DDR3-1066 e dissipação de 130 Watts. Para acompanhar os chips, várias empresas estão produzindo placas-mãe baseadas no novo chipset X58, da Intel. A ECS Elitegroup tem a X58B-A Black Series, e a MSI tem modelos da Série Eclipse.
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NOVO NOKIA N97

06:35
NOVO NOKIA N97
Nokia anunciou hoje, durante o evento Nokia World 2008 em Barcelona, na Espanha, sua verdadeira “resposta” ao iPhone. O Nokia XpressMusic 5800 foi só um tiro de aviso, o “petardo” mesmo é um membro da família NSeries (a mais sofisticada linha de aparelhos da Nokia), batizado de Nokia N97.

O aparelho é um smartphone touchscreen, equipado com uma tela LCD de 3.5 polegadas com resolução de 360 x 640 pixels (mais alta que a do iPhone) e nada menos que 32 GB de memória interna, expansível com cartões SD de até 16 GB, para um total de 48 GB de músicas, fotos, vídeos e jogos.

Não contente com a tela sensível ao toque, e sabendo que nem todos morrem de amores pela tecnologia, a Nokia incluiu também um teclado QWERTY completo, escondido abaixo da tela (basta deslizá-la para cima, como no HTC Touch Diamond ou Claro, sendo um NSeries topo de linha o N97 (que pesa 150 gramas e mede 5,53 x 11,7 x 1,59 cm - largura x altura x profundidade) tem Wi-Fi (802.11 b/g), GPS (com A-GPS), rádio FM estéreo, saída pra TV, Bluetooth completo, câmera de 5 MP com lentes Carl-Zeiss com flash e foco automático (e câmera secundária pra videochamadas), alto-falantes estéreo e suporte a redes 3G. O sistema operacional é o S60 Quinta Edição, com total suporte à tela de toque, como no XpressMusic 5800.

O Nokia N97 chega ao mercado europeu no segundo semestre de 2009 (ou seja, deve dar as caras por aqui no final do ano que vem), com preço sugerido, lá, de 550 Euros (sem subsídios das operadoras). Abaixo, veja um videozinho com uma apresentação rápida dos recursos do aparelho e mais três fotos.
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